A PONTUALIDADE É MUITO IMPORTANTE !

VALE A PENA CONFERIR

A Despedida do padre


O Padre, no jantar de despedida pelos 25 anos de trabalho ininterrupto à frente de uma paróquia, discursa:

- A primeira impressão que tive da paróquia foi com a primeira confissão que ouvi. A pessoa me contou ter roubado um aparelho de TV, dinheiro dos seus pais, da empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com a esposa do chefe. Fiquei assustadíssimo. Com o passar do tempo, entretanto, conheci uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé, e desta maneira tenho vivido os 25 anos mais maravilhosos do meu sacerdócio.

Chega o prefeito para entregar o presente da comunidade, prestando a
homenagem ao padre. Ele pede desculpas pelo atraso e começa o discurso:

- Nunca vou esquecer do dia em que o padre chegou à nossa paróquia. Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar.
MORAL DA HISTÓRIA:  Nunca se atrase!!!





FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO - PARTE II

Nest Post iremos abordar, de forma simples e objetiva, quais são as principais variáveis a serem consideradas em relação as teorias do envelhecimento. Vale à pena conferir.

Ø TEORIA DA MUTAÇÃO: A teoria da mutação está relacionada a uma série de aberrações cromossômicas que aumentas com a idade. Com isso, a capacidade das células de cumprir sua função original é perdida perecendo logo em seguida;

Ø TEORIA DOS MECANISMOS DE REPARO: Com a idade enzimas especiais responsáveis por detectar e reparar danos ou defeitos no DNA perdem, gradativamente, sua função. Esse fenômeno leva a distúrbios na síntese de proteínas e ao envelhecimento.

Ø TEORIA DO BLOQUEIO DO DNA POR MEIO DAS HISTONAS: de acordo com essa teoria há, em decorrência da idade, uma estabilização da dupla hélice do DNA ocasionada pelo aumento na quantidade de histonas (principais proteínas que compõem o nucleossomo. Atuam como a matriz na qual o DNA se enrola. Têm um papel importante na regulação dos genes). Essa alteração irá ocasionar em limitação na síntese protéica;

Ø TEORIA DO RELÓGIOS DO ENVELHECIMENTO: Segundo esta teoria, o tempo de vida está sob controle de um relógio representado por uma espécie de células que funcionariam como “marca passos”. Elas se localizariam no hipotálamo ou outros centros reguladores cerebrais e controlariam todas as alterações cronológicas do organismo;

Ø TEORIA (FENÔMENO) DE HAYFLICK: Relacionada com a capacidade de mitose (divisão) celular. De acordo com essa teoria, as células possuem capacidade limite em relação a sua duplicação em nosso organismo. Essa duplicação está diretamente relacionada a expectativa de vida (o número de divisões celulares nos fibroblastos embrionários em seres humanos gira em torno de 40-60 vezes o que nos dá uma expectativa de vida de 115-120 anos).

Vale lembrar Tb que existem inúmeras teorias que tentam, em parte explicar o envelhecimento. Nenhuma delas pode ser considerada separadamente e muitas são bastante questionadas. Lembre-se, quanto mais reunimos informações referentes ao envelhecimento, mais entendemos do assunto e como lidar com ele.

No próximo post iremos abordar o envelhecimento dos órgãos. Até lá.

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

WEINECK J. BIOLOGIA DO ESPORTE.7ª. EDIÇÃO. EDITORA MANOLE. SÃO PAULO, 2005.





FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO - PARTE I

Nest Post iremos abordar, de forma simples e objetiva, quais são as principais variáveis a serem consideradas em relação ao processo de envelhecimento. Vale à pena conferir.

O conceito de envelhecimento é multifatorial e, na literatura, podemos encontrar diversas definições do que é envelhecimento. Algumas delas seguem abaixo:

“Envelhecimento é a alteração irreversível da substância viva em função do tempo. “

(BURGER, 1957)

“Envelhecimento é a soma de todas as manifestações de desgaste durante a via.”

(SELYE, 1962)

“Envelhecimento é um conceito geral para um complexo de manifestações que leva a um encurtamento da expectativa de vida com o aumento da idade.”

(FROLKIS, 1975)

Após abordarmos esse termo, precisamos definir alguns conceitos básicos relacionados a ele. Abaixo temos os conceitos relacionados aos limites biológicos da idade:

1- Idade Biológica: : Descrita como a idade demonstrada pelo organismo. Depende de processos de maturação biológica e influências externas. De forma geral, nós fomos feitos para viver em torno de 115 a 120 anos. Alguns relatos da literatura mostram indivíduos que atingiram os 207 anos de vida porém esses dados não são confiáveis;

2- Idade cronológica: relacionada a data de nascimento numa escala numérica. Não tem relação a idade biológica;

3- Idade psicológica: Relacionada a capacidade do indivíduo de se adaptar a reações subjetivas e a auto –imagem. Depende das vivências durante a vida e da maturação mental;

4- Idade social: Relacionada a estrutura social. Em algumas culturas, um indivíduo com 75 anos pode ser considerado jovem enquanto, em outras, velho;

5- Idade funcional: Aborda a capacidade que o indivíduo tem em realizar as atividades da vida diária (AVDs). Ela pode ser classificada em 6 níveis (indo desde o nivel I- dependência física total até o nível IV – Atleta sênior).

No próximo post iremos abordar as teorias do envelhecimento e sua relação com a saúde e qualidade de vida.

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

WEINECK J. BIOLOGIA DO ESPORTE.7ª. EDIÇÃO. EDITORA MANOLE. SÃO PAULO, 2005.





Copa IPE 2010 – Chute Premiado

Você é bom de chute? O Instituto Phorte Educação desenvolveu um jogo em que você poderá dar os seus palpites de resultados para os jogos da Copa do Mundo.

Funciona assim: você se cadastra no site da Copa IPE e já pode dar os seus palpites. Conforme for acertando os resultados dos jogos, você acumula pontos que serão revertidos em descontos em qualquer curso a distância do Instituto Phorte Educação. E não para por aí! Na grande final, se você acertar qual seleção levantará a taça de campeã, garante mais 20% de desconto (além da quantia já acumulada com os chutes dados ao longo da competição)!

Para tornar a brincadeira ainda mais divertida, você ainda pode testar seus conhecimentos de futebol e aumentar seus pontos, respondendo ao quizz que o Instituto desenvolveu especialmente para você.

E tem mais! Terminada a Copa do Mundo 2010, o jogador que mais pontuar no ranking “Os 10 Melhores Chutes” vai ganhar uma camisa oficial da Seleção Brasileira. O 2º colocado levará para casa uma linda necessaire esportiva. Em caso de empate, os ganhadores serão definidos por sorteio.

Não fique fora dessa! Venha jogar e se divertir com o Instituto Phorte Educação!

ACESSE http://www.institutophorte.com.br/copa-ipe-2010/ E PARTICIPE





TREINAMENTO DE FORÇA PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

TREINAMENTO DE FORÇA PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

O treinamento de força voltado para crianças e adolescentes é um tema bastante polêmico. Não é incomum encontrarmos academias que proíbem a prática da musculação por parte de adolescentes com idade inferior a 15 anos.

Além disso, muitas outras dúvidas (além da idade ideal) se fazem presentes em relação a prescrição regular dos exercícios resistidos para esta população. Qual (is) os aspectos a serem considerados? Qual a freqüência semanal ideal? Qual (is) o( s) cuidado (s) que devem ser tomados? Qual volume e intensidade adequados?

Antes de mais nada, devemos considerar a idade das crianças. Segundo a American Association of Pediatrics (AAP, 2008), a idade ideal para o início do treinamento de força é a partir dos 10 anos. Porém, KRAEMER e FLECK (2001) afirmam que crianças entre 6 a 8 anos, quando bem supervisionadas, podem freqüentar a sala de musculação sem maiores problemas.

Outros fatores incluem:

- MATURAÇÃO SEXUAL : importante fator para determinar a pré-adolescência e a adolescência. Normalmente para as meninas a pré- adolescência dura até os 11 anos e, para os meninos, até os 13 anos. Após essa fase, os meninos (devido a ação de hormônios como a testosterona) aumentam substancialmente sua força. E isso deve ser levado em consideração durante a elaboração e prescrição do treinamento;

- MATURIDADE ÓSSEA: Ao contrário do que muitos podem pensar, o treinamento de força pode aumentar o desenvolvimento ósseo da criança. A resistência, ocasionada pelo treino, aumenta a tensão do músculo e a compressão óssea (importante para estimular a modelagem do osso). Porém lesões relacionadas as cartilagens ósseas em atletas mirim (principalmente entre os levantadores de peso), apesar de raras, já foram relatadas na literatura.

Os maiores índices de fratura da placa epifisária ocorreram em exercícios de levantamentos sobre a cabeça com cargas máximas ou próximo da máxima. Sendo que o pico de incidência ocorreu em meninos com idades entre 12 e 14 anos e em meninas entre 10 e 13 anos.

Para que esse tipo de lesão não ocorra, recomenda-se evitar exercícios com cargas máximas ou próxima das máxima em púberes e pré-púberes que devem estar sempre recebendo a supervisão de um adulto durante as sessões de treinamento. Além disso, a técnica correta de execução de todos os exercícios deve ser sempre trabalhada.

- TOLERÂNCIA AO EXERCÍCIO: O treino para iniciantes dever ser tolerado facilmente pela criança. Caso contrário o risco do aparecimento de lesões ou, ainda, a desistência da criança podem acontecer.

O início do programa deve ser baseado em um nível conservador. Superar o limite de tolerância da criança irá apenas diminuir seu prazer na prática do exercício. Além disso, as orientações sobre o planejamento de treino para as crianças é muito geral. Não existe melhor programa de treino.

Vale lembrar que a criança não é um adulto em miniatura e que o trabalho inicial de força deve ter uma base sólida e bem trabalhada. A criança pode ser livre a desistir, a qualquer momento, do treinamento com pesos.

- VOLUME/ INTESIDADE / FREQUÊNCIA SEMANAL: Análises da literatura recomendam treinamentos realizados 2x por semana sem divisão do programa de exercícios. Sobrecargas em torno de 40% a 50% são as idéias para o início do trabalho com séries únicas de 10 a 15 repetições .

- DIFERENÇAS ENTRE MENINOS E MENINAS: essas diferenças seguem na tabela abaixo

VARIÁVEL

MENINOS

MENINAS

SURTO D E CRESCIMENTO

12-15 ANOS

10 ANOS

FORÇA

MENOR ATÉ O SURTO

MAIOR ATÉ O SURTO

% GC

MENOR APÓS O SURTO

MAIOR APÓS O SURTO

RECOMENDAÇÃO PARA INÍCIO DO TR (AAP)

~7 – 8 ANOS

~7 – 8 ANOS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CONSULTADAS

n AMERICAN ACADEMY OF PEDIATRICS. Strength Training by Children and Adolescents . 121: 835-40, 2008

n Faigembaum, AD. Et al. Comparison of 1 and 2 days peer week of strength training children. Am Alliance For Health, Physical Education, Recreation and Dance. 73(4): 416-24, 2002.

n Kraemer WJ, Fleck SJ. Treinamento de força para jovens atletas. São Paulo. Editora Manole; 2001.





COMO PRESCREVER O EXERCÍCIO DE FORÇA PARA INICIANTES ?

Quando nos deparamos com indivíduos que nunca foram submetidos a nenhum tipo de treinamento para melhora do condicionamento físico muitas perguntas nos vem a mente. Quais os exercícios ideais ? Qual método de treino utilizar ? Qual o volume ideal ? Quantas séries/repetições ? Por onde começar ?

Com base nestas perguntas, resolvemos elaborar um post que tente, da melhor forma possível, explicar quais são as principais variáveis a se considerar na prescrição de um programa de exercícios para iniciantes.

1- Quanto tempo deve durar o treino de um aluno iniciante ?

R: Recomenda-se que a sessão não dure mais do que 1 hora. Sessões com duração superiores a 1 hora estão associadas a maiores taxas de desistência (HASS et al. 2000)

2- Qual a freqüência de treinamento ideal para um iniciante?

R: Antes de tudo, devemos lembrar que a recuperação é importante fator a ser considerado no caso do iniciante. Períodos de 48 horas são os mais indicados em relação ao descanso de uma sessão de treino para outra (ACSM, 2002). De forma geral, o treinamento feito 3 vezes na semana parece ser o mais indicado. Porém, sessões realizadas 2 vezes oferecem de 80% a 90% dos mesmos benefícios das de 3 vezes. Além disso a taxa de desistência também é menor (DEMICHELE et al. 1997)

3- Qual o número de repetições ideal?

R: Geralmente, para iniciantes, recomenda-se de 8 a 12 repetições. No caso de idosos de 10 a 15 com cargas entre 50% a 60% de 1RM (ACSM, 2002);

4- Qual o número de séries ideais?

R: Segundo a literatura, programa de múltiplas séries parecem fornecer pouco estímulo adicional em relação a força do que o programa utilizando séries únicas (BALSAMO & SIMÃO, 2007). Dessa forma, durante os 3 primeiros meses de treinamento séries únicas são bastante indicadas.

Prova disso é o estudo realizado por OSTROWSKI et al.(1997) que, ao compararem séries únicas com 2 e 4 séries por grupamento muscular, não demonstraram qualquer diferença entre os protocolos utilizado nos ganhos de força

5- Quais os exercícios ideais?

R: Na verdade não existem os exercícios ideais. Devemos pensar, antes de tudo, em alguns princípios do treinamento como o da individualidade biológica, da adaptação e o da sobrecarga. Esses 3 princípios irão nos auxiliar em relação a escolha e progressão dos exercícios a serem utilizados para nosso aluno/cliente.

De forma geral, exercícios multiarticulares, que trabalhem os grandes grupamentos musculares e realizados em máquinas são os mais indicados (BALSAMO & SIMÃO, 2007)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

HASS, C. J. et al. Med. Sci. Sports Exerc., Vol. 32, No. 1, pp. 235–242, 2000.

DEMICHELE, PL.  et al. Arch Phys Med Reab. 78: 64-9, 1997.

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Position Stand on Progression Models in Resistance Trainning Fro Healthy Adults. Med Sci Sports Exerc. 34: 364-80, 2002.

BALSAMO S. SIMÃO, R. Treinamento de força para osteoporose, fibromialgia, diabetes tipo 2, artrite reumatóide e envelhecimento. 2a. Edição.Phorte Editora. São paulo, 2007.

OSTROWSKI et al. The Effect of Weight Training Volume on Hormonal Output and Muscular Size and Function. The Journal of Strength & Conditioning Research. 11:148-54 1997.





PRESCRIÇÃO DO TREINAMENTO FUNCIONAL: ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS

Quando falamos em treinamento dos músculos do core, alguns fatores são fundamentais para a elaboração e prescrição do treinamento. São eles:

INDIVÍDUOS (MONTEIRO & EVANGELISTA, 2009):

- INICIANTES; Possuem de 0 a 6 meses de experiência com os exercícios funcionais e podem melhorar em até 40% em relação as capacidades físicas nesse período. Devemos trabalhar a estabilização e a respiração com exercícios de fácil execução realizados 2x por semana.

- INTERMEDIÁRIOS: Indivíduos com 6 meses a 2 anos de experiência com o treinamento funcional podendo melhorar em até 20% suas capacidades físicas. Devemos trabalhar exercícios de mobilidade visando a resistência força e a resistência aeróbia. O nível de dificuldade dos exercícios é moderado. Freqüência de 2 a 3x por semana.

- AVANÇADOS: Os avançados tem mais de 2 anos de experiência com o treinamento funcional e jpa foram submetidos a quase todo tipo de exercícios. Neste caso, recomenda-se trabalhar a mobilidade através da força, velocidade, agilidade e potência. O nível de dificuldade dos exercícios é alta e a freqüência é de 3 a 5x na semana.

CONCEITO DE CARGA DE TREINO (MONTEIRO & LOPES, 2009)

VOLUME: Pode ser medido em horas. Para iniciantes recomenda-se volumes de 20 a 30 minutos, por exemplo enquanto que para avançados esse volume pode chegar a mais de 60 minutos.

INTENSIDADE: relacionado a carga. Podem ser os pesos externos, o peso corporal, alavancas corporais. A intensidade pode, ainda, ser mensurada através das escalas de percepção subjetivas de esforço. Uma boa dica é a escala de OMINI que vai de 0 a 10 sendo que 10 representa 100% do máximo de esforço enquanto 0 representa 0% de esforço. Para inicantes recomenda-se nota 6-7; intermediários nota 7-8 e avançados notas 8 ou acima.

DENSIDADE: relação entre estímulo x recuperação. A densidade trabalha com 3 intervalos de recuperação distintos:

- RÍGIDO: de 30″ a 45″ com objetivo de gerar a fadiga no indivíduo para aumentar a resistência aeróbia, por exemplo;

- CURTO: de 45″  2′ com objetivo de gerar fadiga porém de efeito tardio para aumentar a resistência anaeróbia, por exemplo;

- COMPLETO: de 3′ a 5′ com objetivo de atingirmos a recuperação completa entre os estímulos bem aplicada em trabalhos de velocidade, potência e força máxima.

SESSÃO DE TREINO (GOMES, 2002)

Composta pelo aquecimento (que deve durar de 10 a 20 mintuos indo do geral para o específico). parte principal (objetivo primário da sessão de treino. que, de acordo com BOMPA (2004), deve seguir a seguinte ordem:

Capacidades Coordenativas
Velocidade
Força Explosiva
Força Máxima
Resistência de Força
Resistência Anaeróbia

. Resistência Aeróbia

Volta à calma que dura de 10 a 15 minutos sendo composta por exercícios de alongamento e relaxamento.

Após a consideração de todas essas variáveis seu aluno está pronto para treinar com segurança. Boa sorte e bons treinos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BOMPA TO. TREINAMENTO DE POTÊNCIA PARA O ESPORTE. PHORTE EDITORA. SÃO PAULO, 2004.

GOMES AC. TREINAMENTO DESPORTIVOV ESTRUTURAÇÃO E PERIODIZAÇÃO. ARTMED. PORTO ALEGRE, 2002.

MONTEIRO AG, EVANGELISTA AL. TREINAMENTO FUNCIONAL UMA ABORDAGEM PRÁTICA. PHORTE EDITORA. SÃO PAULO, 2009.

MONTEIRO AG, LOPES CR. PERIODIZAÇÃO ESPORTIVA ESTRUTURAÇÃO DO TREINAMENTO. AG EDITORA. SÃO PAULO, 2009.





TRABALHO DE EM SUPERFÍCIES ESTÁVEIS X INSTÁVEIS

O treinamento funcional é um método de treino que vem ganhando, cada vez mais, adeptos seja no alto nível quanto na qualidade de vida. Este método visa a melhora da propriocepção, equilíbrio e do acionamento dos músculos do core com intuito de diminuir a incidência de dores lombares e, provavelmente, o aparecimento de lesões (BARR et al. 2005; ABT et al. 2007; GUERRINI & EVANGELISTA, 2009) podendo se executado em superfícies instáveis ou estáveis. Além disso, este método se mostrou eficaz no aumento de força em indivíduo iniciantes em ambas as situações (COWLEY et al. 2006).

Porém, esses dados não são consenso. Alguns estudos também demonstraram diminuição da produção de força e potência durante a execução de séries em superfícies instáveis ( McBRIDE et al. 2006). Dessa forma, mais pesquisas são necessárias para comprovar, ou não, os benefícios da aplicação deste método tanto em superfícies estáveis quanto instáveis. Abaixo temos uma tabela que ilustra as principais evidências da literatura até o momento.

..

TABELA XX – COMPARAÇÃO DE BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO FUNCIONAL EM SUPERFÍCIES INSTÁVEIS X SUPERFÍCIES ESTÁVEIS).

VARIÁVEL

ESTÁVEIS

INSTÁVEIS

FORÇA E ESTABILIDADE DO “CORE”

ATIVAÇÃO DE AGONISTAS

CO-ATIVAÇÃO DE ANTAGONISTAS

PRODUÇÃO DE FORÇA

PRODUÇÃO DE POTÊNCIA

MELHORA NA PROPRIOCEPÇÃO

REABILITAÇÃO DE DORES LOMBARES

PERFORMANCE ESPORTIVA

???

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MONTEIRO AG, EVANGELISTA AL. TREINAMENTO FUNCIONAL UMA ABORDAGEM PRÁTICA. PHORTE EDITORA. SÃO PAULO, 2009.

BARR KP, GRIGGS M, CADBY T: LUMBAR STABILIZATION: CORE CONCEPTS AND CURRENT LITERATURE, PART 1. AM J PHYS MED REHABIL 2005;84:473–480.

COWLEY, T. SWENSEN, G. A. SFORZO EFFICACY OF INSTABILITY RESISTANCE TRAINING INT J SPORTS MED 2007; 28: 829–835.

McBRIDE JF, CORMIE P, DEANE R. ISOMETRIC SQUAT FORCE OUTPUT AND MUSCLE ACTIVITY INS STABLE AND UNSTABLE CONDITIONS. J STRENGTH COND RES. 20(4) 915-918, 2006.





EXERCÍCIOS DE ESTABILIZAÇÃO PARA OS MÚSCULOS DO CORE

Muitas são as dívidas quando falamos em trabalho dos músculos do core. Qual o melhor exercício para o trabalho dos músculos do core ? Quantas séries e quantas repetições são necessárias para fortalecer esses músculos ? O treinamento instável possui vantagens sobre o estável ? Essas dúvidas são bastante comuns quando falamos em prescrição do treinamento e as respostas estão na literatura. Porém, antes de mais nada devemos perguntar: QUAIS SÃO OS MÚSUCLOS DO CORE ?

Se vc quiser saber todas essas respostas, fique ligado, pois nos próximos posts estaremos trabalhando com uma seleção de matérias a respeito do treinamento funcional. Vale à pena conferir.

1- QUAIS SÃO OS MÚSCULOS DO CORE ?

R: Os músculos do core são 29 pares de músculos que incluem: os oblíquos (interno e externo) o transverso do abdômen, os multífidos, o reto abdominal, os glúteos, o quadrado lombar e os músculos do assoalho pélvico. Sua função é a estabilização e manutenção da postura em movimentos amplos ou pequenos. Abaixo temos a imagem dos mais conhecidos músculos do core.

2- POR QUE TREINAR OS MÚSCULOS DO CORE ?

R: Para diminuição da incidência de dores lombares, para evitar lesões, para melhorar o equilibro e estabilização corporal durante a prática de exercícios físicos e para melhora da qualidade de vida em geral (BARR et al. 2005)

3 – COMO TREINAR OS MÚSCULOS DO CORE ?

R: Através de exercícios de estabilização e respiração. Abaixo temos alguns exercícios propostos pelo prof. Mauro Guiselini e pelo Fisioterapeuta Rafael Guiselini

ABDOMINAL REVERSO NO SOLO


PRANCHA VENTRAL

EXTENSÃO LOMBAR NO SOLO


ELEVAÇÃO DE QUADRIL

NOS PRÓXIMOS POSTS IREMOS ANALISAR OS BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO EM SUPERFÍCIES ESTPAVEIS E INSTÁVEIS. NÃO PERCA.

REF. BIBLIOGRÁFICAS

Barr KP, Griggs M, Cadby T: Lumbar stabilization: Core concepts and current literature, part 1. Am J Phys Med Rehabil 2005;84:473–480.





O FISCAL DO IBAMA E O MINEIRO

VALE A PENA CONFERIR

Um fiscal do Ibama recebe uma denúncia e vai verificar.
Dirige-se para a casa de um mineiro. Chegando no local sem se identificar, vai logo travando um diálogo:
Fiscal: Bom dia.
Mineiro: Bom dia, moço..
Fiscal: Como vai a luta?
Mineiro: Difici.
Fiscal: Tem caçado muito?
Mineiro: Uai sô, a semana passada matei 20 piriquitim.
Fiscal: Vinte?
Mineiro: Fio, pega as cabeça dos piriquitim pro o home vê.
Fiscal: E paca, tem caçado muito?
Mineiro: Nossinhora, só uma nessa semana. Fio, traiz a cabeça da paca.
Fiscal: E outros animais silvestres, tem caçado muito?
Mineiro: Um monte dêles. Fio, traiz as cabeça dos otros bicho pro homem aquerditá.
Fiscal: Não tem passado por aqui nenhum fiscal do Ibama?
Mineiro: Craro moço, semana passada. Fio, traiz a cabeça do fiscal pro home vê.
Fiscal: Até outro dia. Obrigado pela atenção.
Mineiro: Numtemdiquê.. Vorte sempre