CORRIDA DE RUA: TIPOS DE TREINOS

Hoje em dia, existem diversas formas de treinamento para melhora do desempenho de corredores. Nas linhas abaixo, nós descreveremos os mais interessantes. Vale a pena conferir:

- CORRIDAS LONGAS: As corridas longas são usados ​​para construir a resistência no sistema cardiovascular e os sistemas muscular, e progressivamente treinar o corpo para se tornar cada vez mais eficaz em relação a utilização de oxigênio. As corridas longas também são excelentes para aumentar o consumo máximo de oxigênio (VO2MÁX) em corredores menos experientes.
Esses treinos devem ser caracterizados por um ritmo lento e confortável (permitindo ao corredor manter uma conversa curante o percurso). Para aqueles usando um monitor de freqüência cardíaca esta é normalmente de 65 - 80
% da freqüência cardíaca máxima. A distância envolve percursos de 8 a 22km dependendo do nível de condicionamento do corredor. Recomenda-se a utilização de uma corrida longa por semana.

- CORRIDAS FÁCEIS: compõem, basicamente, a formação no programa de iniciante. Esses treinos são feitos em uma intensidade baixa, permitindo que o sistema de energia aeróbico (oxidativo) forneça a energia para os músculos em atividade. As corridas fáceis também são usadas ​​para recuperação de indivíduos avançados após treinos mais intensos . A intensidade de uma corrida fácil deve ser feita em um ritmo de conversa.

- CORRIDAS INTERVALADAS: São utilizadas quando temos por intuito aumentar o VO2MÁX e limiar anaeróbio em corredores avançados. Este tipo de método trabalha com intensidades bastante superiores as corridas contínuas. Um exemplo que pode ser citado é trabalhar com tiros de 400 a 800 metros em velocidade máxima para, logo em seguida, caminhar por 3 a 4 minutos.

- CORRIDA EM SUBIDAS/LADEIRAS: A adição de treinamento em subidas, durante a preparação, é importante por várias razões. Do ponto de vista prático, durante uma corrida você irá, inevitavelmente, encontrar subidas. Dessa forma, com intuito de se preparar adequadamente, você deve gastar tempo treinando com elas. Correr em ladeiras também melhora a força específica da corredor. Se realizada corretamente, a corrida em ladeiras também pode ajudar na melhora da tão desejada economia de corrida. Qualquer área com moderadas subidas será normalmente suficiente para que este método de treinamento atinja seu objetivo. No entanto, se a corrida para qual você está treinando não possuir muitas ladeiras, você pode querer implementar um terreno semelhante em sua preparação. Um detalhe importante quando estivermos treinando em ladeiras é não quere “descer” a ladeira correndo pois isso aumenta a probabilidade de dores musculares tardias nos músculos dos membros inferiores. Além disso, dificilmente uma prova possui descidas tão íngremes que mereçam ser simuladas nos treinamentos.

- TREINAMENTO ALTERNATIVO: O treinamento alternativo pode ser extremamente útil para reduzir o risco de lesões por sobrecarga porque estimula grupamentos musculares diferentes daqueles exigidos durante a corrida ou, ainda, porque estimula os mesmos músculos de forma diferente. O treinamento alternativo aeróbio, por exemplo, permite manter o nível de condicionamento físico diminuindo, ao mesmo tempo, a sobrecarga semanal, Exemplos incluem natação, ciclismo, jogging aquático ou remo É importante lembrar que o objetivo desta atividade envolve baixo volume de treinamento.

- TEMPO RUNS (corrida de tempo): Tempo runs é um método que objetiva aumentar o limiar anaeróbio. Dessa forma, ela possibilita aumentar o ritmo por períodos prolongados de tempo. A intensidade de uma corrida de tempo deve ser igual ou ligeiramente abaixo do limiar por tempos não inferiores a 20 minutos (podendo chegar a até 45 minutos dependendo do nível do indivíduo). Um bom exemplo de aplicação seria começar a sessão com 5 minutos de corrida fácil (ver acima) para, logo depois, realizar uma corrida de tempo de 10km finalizando com mais 5 minutos de corrida fácil.

- DAY OFF: Os dias de recuperação são baseados em repouso completo ou, ainda, em atividades não estruturadas. Eles são bem aplicáveis logo após um dia de corrida longa.

INFORMAÇÕES RETIRADAS DO ARTIGO

CRAWFORD C. Training For the Half-Marathon. NSCA´S Performance Training Journal. 7(2); 15-18, 2008.





ASPECTOS FISIOLÓGICOS A SEREM CONSIDERADOS PARA A MELHORA DO DESEMPENHO NA MEIA-MARATONA

Apesar de alguns corredores recreacionais terem por objetivo ir além das provas de 5Km e 10 Km muitos podem não estar preparados para se comprometer em correr uma maratona.

Por esta razão, a meia-maratona está se tornando bastante popular entre os praticantes do pedestrianismo. Na verdade, alguns se divertem bastante competindo em meia-maratonas por que o tempo de treino necessário e o estresse físico em provas desta distância são bem menores quando comparados a maratona.

Porém, mesmo apesar destes fatos, quando o objetivo é completar os 21Km no menor tempo possível é fundamental termos um treinamento apropriado para nos auxiliar a atingir nossa meta de forma sistemática e segura.

Nas linhas abaixo podemos encontrar algumas dicas bastante úteis de como se fazer isso.

Os fatores mais importantes relacionados à performance na corrida são o VO2MÁX, O LIMIAR ANAERÓBIO e a ECONOMIA DE CORRIDA.

FATORES QUE INFLUENCIAM A PERFORMANCE:

- VO2MÁX: Também conhecido como consumo máximo de oxigênio que, segundo a literatura, pode ser definido como a quantia máxima de oxigênio que pode ser retirada do meio ambiente e utilizada para produzir trabalho. Existe um alta correlação entre o VO2MÁX e a performance (normalmente, quanto maior o consumo de O2, melhor o desempenho do indivíduo). Alguns pesquisadores acreditam que uma das formas mais eficientes para desenvolvê-lo é correr em intensidades próximas ou no próprio VO2MÁX.

Uma das formas mais eficientes para se determinar o consumo de oxigênio é através de um teste conhecido como ergoespirometria, onde um analisador de gases é utilizado para verificar as trocas gasosas do indivíduo durante um protocolo de esforço.

Outra forma bastante útil de se encontrar o VO2MÁX, para quem não possui equipamento especializado, é através de testes de campos. Abaixo podemos encontrar um exemplo.

TESTE DE CORRIDA DE 1,5 MILHAS (2,4 Km)

Para este teste, você precisa de um cronômetro e uma pista de 400 metros com boa marcação a cada 50 metros (o teste também pode ser feito na esteira).

Para realizar este teste basta gravar a quantidade de tempo que você leva para correr 1,5 milhas. Depois de concluído converter o tempo decorrido de uma forma decimal, dividindo qualquer segundo por 60, por exemplo, se seu tempo foi
10 minutos e 25 segundos, você pode dividir 25/60, e o tempo decorrido seria 10,42 minutos. Uma vez determinado o tempo decorrido, dividir 2413,5 pelo tempo decorrido (2413.5/10.42 = 231,62) e multiplicar por 0.2 (231.62×0.2 = 46,32). Por último, acrescente 3,5 (49,82) e você vai ter o seu VO2 estimado para este teste (49,82 ml.kg.min).

O resultado significa que você consome 49,82 mililitros de oxigênio por quilograma de peso corporal por minuto. Só para termos uma idéia, o VO2MÁX de uma maratonista queniano gira em torno de 79 a 81 ml.kg.min enquanto que o de um indivíduo sedentário dificilmente passa dos 35 ml.kg.min.

- LIMIAR ANAERÓBIO: Apesar do VO2MÁX ser um fator importante na execução desempenho, o limiar anaeróbio pode ser ainda mais significativo.  O lactato é um subproduto da glicólise, que se faz presente quando a intensidade é aumentada, dessa forma, o sistema glicólico é acionado e o lactato é produzido como um subproduto, levando a fadiga e diminuição do desempenho. Dessa forma, o limiar anaeróbio é o termo usado para descrever a intensidade com que os íons de hidrogênio começam a acumular-se a um nível que o corpo não é capaz de usar  ou remover com eficiência o que leva a fadiga muscular e diminuição do desempenho. Um dos principais objetivos em um programa de treinamento que está focado na melhora do desempenho deve se basear em estratégias para o aumento do limiar anaeróbio. Isso irá permitir que o corredor consiga sustentar um ritmo muito mais intenso por mais tempo.
Uma das formas mais eficientes para aumentar o limiar anaeróbio é treinar a uma intensidade entre 75 a 90% do V02 máx.

- ECONOMIA DE CORRIDA: A economia de corrida é o último fator fisiológico discutido
que pode influenciar o desempenho de um corredor.

Este termo é usado para descrever o custo energético da corrida. Aqueles com boa economia de corrida  gastam menos energia, ou precisam de menos oxigênio para uma dada velocidade ou ritmo do que aqueles com economia pobre.

Quando treinamento para melhorar o V02 máx ou o limiar anaeróbio há uma determinada intensidade ou ritmo que serve como um ponto de referência. Já, melhorar a  economia de corrida é uma abordagem mais abstrata. A idéia é que através da melhoria de vários fatores, tais como a biomecânica (forma de execução / postura), capacidade funcional e estrutural (a capacidade do coração e pulmões para transportar oxigênio aos músculos), força muscular, resistência e potência, o corredor será mais eficaz,  e irá gastar menos energia.

INFORMAÇÕES RETIRADAS DO ARTIGO

Crawford C.nsca’s performance training journal. 7 (2); 15-16, 2008.





TREINAMENTOS INTERVALADOS DE ALTA INTENSIDADE PROMOVEM MELHORES ADAPTAÇÕES DO QUE TREINOS CONTÍNUOS DE BAIXA A MODERADA INTENSIDADE

Estudos recentes realizados na Noruega compararam diferenças entre os métodos de treinamento para melhora da performance no endurance (métodos contínuos x intervalados).

Para isso, 40 indivíduos saudáveis foram divididos em 4 grupos distintos:

1- Corrida de longa distância – 45’ a 70% da FCmáx;

2- Corrida no limiar ventilatório - 24’ a 85% da FCmáx);

3- Corrida intervalada – 15/15 onde foram realizadas 47 repetições por 15” de duração a 90/95% da FCmáx com 15” de pausa ativa a 70% da FCmáx (o trabalho durou aproximadamente 23’);

4- Corrida intervalada – 4×4 a 90%/95% da FCmáx com intervalos ativos de 3’ a 70% da FCmáx (o trabalho durou aproximadamente 28’).

Todos as sessões de treino foram realizadas 3x durante a semana durante 8 semanas.

As variáveis analisadas foram Volume de ejeção, Volume sanguíneo, efeitos no VO2MÁX e economia de corrida.

Os resultados encontrados demonstraram que os protocolos baseados no método contínuo (protocolo 1 e 2) foram os que apresentaram as menores mudanças nas variáveis analisadas.

Os maiores percentuais de mudanças em relação a melhoras no VO2MÁX e volume de ejeção foram encontrados nos protocolos que utilizaram o treinamento intervalado (5,5% e 7.2% de melhoras no VO2MÁX nos protocolos 3 e 4, respectivamente).

Além disso, todos os grupos melhoraram suas respectivas velocidades de corrida no limiar ventilatório em 9,6%.

Baseado nesses resultados, os autores chegaram às seguintes conclusões:

- Os métodos intervalados parecem oferecer quadros mais promissores em relação a melhora do desempenho do que os contínuos;

- Aparentemente o protocolo 4 parece ser o mais indicado quando o objetivo é aumentar a potência aeróbia.

- O protocolo 4 durou 17’ menos do que o protocolo 1 (utilizando método contínuo). Isso é de fundamental importância quanto optamos por trabalhar mais com a qualidade do treinamento (intensidade) ao invés da quantidade (volume).

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

Helgerud, J, K Hoydal, E Wang, T Karlsen, P Berg, M Bjerkaas, T Simonsen, C Helgesen, N Hjorth, R Bach,

and J Hoff . Aerobic high-intensity intervals improve VO2max more than moderate training. Med Sci Sports

Exerc 39:665 – 671. 2007.





LANÇAMENTO DO LIVRO: TREINAMENTO DE FORÇA E FLEXIBILIDADE APLICADO A CORRIDA DE RUA

LANÇAMENTO DO LIVRO - TREINAMENTO DE FORÇA E FLEXIBILIDADE APLICADO A CORRIDA DE RUA

DATA DO LANÇAMENTO: 06.04.11

LOCAL: FNAC - AVENIDA PAULISTA, 901 - BELA VISTA

HORÁRIO: À PARTIR DAS 19HS

Este livro descreve, discute e relata experimentos científicos sobre a interação da corrida com o treinamento e o desenvolvimento de outras capacidades físicas, como a força e a flexibilidade, sugere planilhas de treinamento e destaca o papel da periodização do treinamento para a melhor interação e consequente transferência positiva entre as capacidades físicas.

PARA SABER MAIS, ACESSE:

http://www.institutophorte.com.br/email/mm_treinamento_forca.jpg





PERIODIZAÇÃO E ESPECIFICIDADE: TREINAMENTO RESISTIDO APLICADO AOS ATLETAS DE ENDURANCE

Muitos atletas de endurance não utilizam os exercícios resistidos como parte de sua rotina de treinos com receio de ficarem lentos. Outros acreditam que o treinamento resistido, quando aplicado aos esportes de resistência, deve ser baseado em altas repetições e pouca carga. Porém, quando falamos em alto rendimento, a verdade é que nenhuma dessas linhas de raciocínio são corretas.

Queira ou não, o treinamento de força é extremamente benéfico para corredores, ciclistas e, em alguns casos, nadadores podendo até ser mais específico do que se pensa.

Apesar de muitos apontarem que o treinamento concorrente (força + endurance/resistência) pode ser contraprodutivo (uma vez que o treino de força envolve alta intensidade e curta duração enquanto o endurance, por sua vez, trabalha baseado no oposto) pesquisas mais recentes apontam que o treino de força pode ser extremamente eficiente desde que a especificidade e a periodização sejam levadas em consideração.

Para trabalhar com esta linha de raciocínio, vamos partir do princípio:

Muitos treinadores de endurance (corrida, natação ou ciclismo) acreditam que a força deva ser estimulada trabalhando-se com 2 séries de 15 a 20 repetições utilizando cargas leves a moderadas. Isso pode até funcionar para melhorar o “rendimento” em indivíduos que almejam a qualidade de vida e saúde buscando apenas “manter a forma” em atividades de longa duração. Porém, quando falamos em atletas, a abordagem deve ser outra.

No alto nível, o treinamento de força deve ser a base para qualquer programa de endurance. Isso faz sentido quando pensamos que, quanto maior for a força de um indivíduo, maior será sua capacidade de aplicá-la durante períodos de tempo prolongados.

Prova disso é que diversos estudos demonstram que treinos resistidos com alta intensidade aprimoraram a economia de movimentos durante provas de longa duração (o temo economia de movimentos deve ser entendido como o consumo de oxigênio utilizado para realizar exercícios como a corrida ou o ciclismo em dada sobrecarga).

Outro fator importante a ser considerado é que a falta de força e flexibilidade são os dois principais motivos de lesão em atletas de endurance. Estímulos para a melhora dessas duas capacidades devem ser incorporados ao planejamento da resistência em longo prazo.

Dessa forma, a periodização deve ser organizada de forma que a progressão de cargas leve em consideração períodos específicos de aplicação.

A melhor fase para se começar um programa com pesos é durante o período 0ff Season. Isso por que a aplicação dos exercícios resistidos pode, inicialmente, diminuir o desempenho em atletas com pouco lastro fisiológico.

Isso ocorre principalmente devido aos microtraumas adaptativos oriundos do treinamento inicial para o ganho gradativo da força. Porém, em longo prazo, o treino de força, possibilita que o atleta encontre um equilíbrio durante os períodos de treinamento.

Abaixo podemos encontrar algumas dicas úteis para incorporar o treino de força as planilhas dos atletas de endurance:

1- Diminuia seu treino de força antes de alguma competição importante;

2- Não inicie um novo programa de treinamento de força enquanto estiver na fase competitiva;

3- Realize o treino de força nos dias em que o estímulo para o endurance seja de baixa intensidade;

4- Incorpore em suas rotinas de treino exercícios para o corpo inteiro estimulando os grandes grupamentos musculares sem esquecer-se dos músculos do core;

5- Nunca deixe de dar ênfase ao endurance.

INFORMAÇÕES RETIRADAS DO ARTIGO

BROWN K. Periodization & Specificity:Resistance Training and Endurance Athletes. NSCA’S Journal. 7(2): 4-5, 2010.





CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOLOGIA E TREINAMENTO APLICADOS À ATIVIDADES DE ACADEMIAS E CLUBES

A UNIVERSIDADE GAMA FILHO LANÇA SEUS CURSOS DE PÓSGRADUAÇÃO EM WELLNESS: APLICAÇÃO DO EXERCÍCIO PARA O BEM ESTAR FÍSICO E MENTAL. ACOMPANHE MAIS DADOS ABAIXO E ACESSE O SITE PARA MAIORES INFORMAÇÕES A RESPEITO DAS CIDADES EM QUE O CURSO SERÁ OFERECIDO

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arga Horária: 360h

Público Alvo: Professores de Educação Física.

Disciplinas  / Conteúdo

• Bases Fisiológicas Aplicadas ao Fitness em Academias

Princípios de Bioenergéticos Aplicadas as Atividades em Academias

Adaptações Neuromusculares ao Esforço: Uma Abordagem Aplicada

Adaptações Cardiovasculares nas Diversas Modalidades do Fitness

Influência da Genética no Desempenho

Imunologia Aplicada ao Esforço

• Exercícios de Efeito Local

Exercícios Resistidos nos Processos de Hipertrofia e Emagrecimento

Exercícios Posturais na Saúde

Envelhecimento e Doença: Avaliação e Prescrição

Ginástica em Academias

• Exercícios de Efeito Geral

Treinamento de Corrida em Academias e Parques

Atividades Aquáticas e Saúde

• Elaboração e Planejamento de Treino

Prescrição de Exercícios para Grupos Especiais em Academia

Escola de Esportes, Administração e Coordenação de Academias

Periodização Aplicada ao Personal em Academias

Novas Tendências da Fisiologia Aplicadas ao Fitness em Academias

Núcleo Comum

• Metodologia da Pesquisa**

** Tema oferecido total ou parcialmente a distância.


Corpo Docente

Prof.º Ms. Artur Guerrini Monteiro

Prof.º Msd. Bernardo Neme Ide
Prof.ª Esp. Camila de Paula Oliveira
Prof.º Ms.  Charles Ricardo Lopes
Prof.º Ms.  Christiano Bertoldo Urtado
Prof.ª Drdª Daniela Caetano Gonçalves
Prof.ª Ms.  Érica Verderi
Prof.º Ms.  Fabio Saba

Prof.º Drº  Jonato Prestes

Prof.º Ms. Luiz Carlos Carnevali

Prof.º Dr.º Luiz Roberto Rigolin da Silva
Profº Esp. Julio Cesar Papeschi
Prof.º Esp. Júlio Cesar Valduga Camargo
Prof.º Dr. Paulo Machetti
Prof.º Drº  Waldecir de Paula Lima

Investimento

Inscrição
Até 20 dias antes do início do curso:
Opção A: R$ 120,00 + Matrícula R$ 250,00 + 17x R$ 270,00*
Opção B: R$ 120,00 + Matrícula R$ 250,00 + 24x R$ 209,00*

Até 07 dias antes do início do curso:
Opção A: R$ 170,00 + Matrícula R$ 250,00 + 17x R$ 270,00*
Opção B: R$ 170,00 + Matrícula R$ 250,00 + 24x R$ 209,00*

*Pagamento com desconto até um dia antes da data de vencimento, após permanecerá o valor sem desconto: Opção A = R$ 280,00 e Opção B = R$ 219,00.

Obs.: O pagamento da matrícula será no 1º dia de aula e a 1º mensalidade, 30 dias após a matrícula.





CURSOS DE PÓSGRADUAÇÃO EM WELLNESS: APLICAÇÃO DO EXERCÍCIO PARA O BEM ESTAR FÍSICO E MENTAL

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Carga Horária: 360h

Disciplinas / Conteúdo

• Meios e Métodos Aplicados ao Bem Estar Físico e Mental
Técnicas de Watsu
Princípios do Yoga Aplicados a Saúde
Auriculoterapia

• Wellness, Saúde e Qualidade de Vida
Pilates I
Pilates II
Massagem e Relaxamento

• Atividade Física, Exercício e Saúde
Prescrição do Exercício para Qualidade de Vida, Saúde e Bem-Estar
Prescrição de Exercícios para Grupos Especiais
Disfunções Músculo-Esquelética, Saúde e Qualidade de Vida

• Fisiologia do Exercíco na Doença, Saúde e no Bem Estar Físico e Mental
Aspectos Anatomofisiológicos e Biomecânicos dos Sistemas Osteo-Articular e  Neuromuscular Relacionados à Saúde e Qualidade de Vida
Fisiologia do Sistema Nervoso e Endócrino Aplicada a Qualidade de Vida e Saúde
Aspectos Alimentares e da Nutriçao Aplicados a Promocão da Qualidade de Vida e Saúde
Fisiologia do Sistema Cardiorespiratório e sua relação com o bem estar Físico e Mental

Núcleo Comum

• Metodologia da pesquisa**
**Tema oferecido total ou parcialmente distância

Corpo Docente

Profº.Ms.Alexandre Lopes Evangelista
Profº Alexandre Saliba
Profº André Nessi
Profº Ms. Artur Guerrini Monteiro
Profº Daniel Alveno
Profª Daniela Caetano Gonçalves
Profº Emanuel Péricles Salvador
Profº Kerson Bruno Vieira Dourado
Profº Luiz Carnevali Junior
Profº Miguel Rojo Rodrigues
Profº Newton Nunes
Profª Suzzete Coló
Profº Wagner Dantas
Profº Waldecir Paula Lima

Investimento
Inscrição

Até 20 dias antes do início do curso:
Opção A: R$ 120,00 + Matrícula R$ 250,00 + 17x R$ 270,00*
Opção B: R$ 120,00 + Matrícula R$ 250,00 + 24x R$ 209,00*

Até 07 dias antes do início do curso:
Opção A: R$ 170,00 + Matrícula R$ 250,00 + 17x R$ 270,00*
Opção B: R$ 170,00 + Matrícula R$ 250,00 + 24x R$ 209,00*

*Pagamento com desconto até um dia antes da data de vencimento, após permanecerá o valor sem desconto: Opção A = R$ 280,00 e Opção B = R$ 219,00.





PARTOBA 6

Vale a pena conferir





EFEITOS AGUDOS APÓS DOIS PROTOCOLOS DE EXERCÍCIOS AERÓBIOS NA RESISTÊNCIA DE FORÇA E FORÇA MÁXIMA.

Muitos esportes solicitam bons níveis de força e resistência simultaneamente. Devido a este fato, muitos atletas incorporam em suas rotinas de treinamento estímulos para estas duas capacidades físicas acarretando no que conhecemos hoje como treinamento concorrente.

O treinamento concorrente, por sua vez, produz interferências negativas em relação a magnitude dos processos adaptativos e incrementos de desempenho nas capacidades que concorrem entre si (neste caso a força e a resistência).

Com objetivo de estudar com maior aprofundamento os efeitos do treinamento concorrente, De Souza e cols.(2007) desenvolveram pesquisa que teve por objetivo estudar os efeitos agudos de dois protocolos distintos da resistência aeróbia (um protocolo utilizando o método contínuo e o outro utilizando o método intervalado) na força máxima (através do teste de 1RM) e resistência de força (repetições máximas a 80% de 1RM) em indivíduos fisicamente ativos.

A pesquisa analisou 8 indivíduos do sexo masculino com média de idade de 26.9 anos, massa corporal de 82.1Kg e altura média de 178,9cm. OS protocolos, por sua vez, foram elaborados da seguinte forma:

PROTOCOLO CONTÍNUO

- Aquecimento de 10 minutos;

- Corrida contínua: corrida de 5km a 90% da velocidade do limiar aneróbio (8,1 ± 1.1km/h);

- Intervalo passivo de 10 minutos;

- Teste de força máxima para membros inferiores(teste de 1RM);

- Intervalo passivo de 5 minutos;

- Teste de resistência de força para membros inferiores (repetições máximas a 80% de 1RM);

- 5 minutos de intervalo passivo;

- Teste de força máxima e resistência de força para membros superiores.

PROTOCOLO INTERVALADO

- Aquecimento de 10 minutos;

- Corrida intervalada: corrida intermitente totalizando 5km com (1’ a 12,6± 1,5km/h e 1’ de recuperação)

- Intervalo passivo de 10 minutos;

- Teste de força máxima (teste de 1RM);

- Intervalo passivo de 5 minutos;

- Teste de resistência de força (repetições máximas a 80% de 1RM);

- 5 minutos de intervalo passivo;

- Teste de força máxima e resistência de força para membros superiores.

Os aparelhos utilizados para os testes de força foram o leg 45 e o supino reto.

Os resultados demonstraram que apenas o exercício intermitente (intervalado) produziu interferência negativa em relação à resistência de força dos membros inferiores(o número caiu de 10.8± 2.5 para 8,1 ±2.2 repetições). A força máxima não apresentou quedas significativas em ambos os procedimentos.

Os autores chegaram à conclusão de que existem influências agudas do treinamento concorrente que influenciam negativamente a força. Isso ocorre, principalmente, devido à fadiga periférica nos mesmos grupamentos musculares.

INFORMAÇÕES RETIRADAS DO ARTIGO

De SOUZA et al. Acute effect of two aerobic exercise modes on maximum strength and strength endurance. J Strength Cond Res. 21(4): 1286-1290, 2007.





AUMENTO PARA OS PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS

Caros amigos,

Os Professores podem ter o mesmo reajuste salarial dos senadores. Os senadores Cristóvam Buarque e Pedro Simon apresentaram em 16/12/2010 projeto de lei estendendo o mesmo reajuste salarial concedido aos senadores para o Piso Salarial Profissional Nacional para os professores da educação básica das escolas públicas brasileiras. Com o reajuste de 61,78% do aumento dos senadores, o piso salarial dos professores passará de 1.024,00 para R$ 1.656,62, valor inferior ao valor pago aos parlamentares a cada mês: R$ 26.723,13. Para o senador Cristovam Buarque, a desigualdade salarial é substancial, talvez a maior em todo o mundo, com conseqüências desastrosas para o futuro do Brasil. Na opinião do senador, a aprovação do reajuste de 61,78% para os professores da educação básica permitirá, ao Senado, uma demonstração mínima de interesse com a educação das nossas crianças e a própria credibilidade da Casa.Pelo exposto solicito que apoie o Abaixo-assinado que está disponível em: www.peticaopublica.com.br/?pi=P2010N4645 , e não deixe de divulgar.

Atenciosamente.

LEIA MAIS EM

Assina o abaixo-assinado aqui http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2010N4645 e divulga-o por teus contatos.